“A preocupação ambiental é tão desigual quanto a distribuição de renda”

Para Claudio Felisoni, da USP, os países mais desenvolvidos e as regiões mais ricas do Brasil precisam suportar o custo do ajuste ecológico

Empresas devem desenvolver boas práticas ambientais. Mas cabe ao consumidor cobrar isso delas. Não é simples. O peso da vigilância ecológica não é o mesmo para consumidores mais ricos e mais pobres. A preocupação ambiental também varia de acordo com a situação econômica do País e o desafio de cada um para ajustar as finanças da família. É o que explica Claudio Felisoni, coordenador-geral do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração e professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo.

Leia na íntegra: Revista Época

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