O programa vai ao ar às 2h, com reprise às 14h

S E M E A R T E

Nesta Semana, André Agostinho entrevista Uel Borges, vocalista da Banda Atroça.

No cenário contemporâneo que nos encontramos, seria incoerente explicar o estilo de música que Atroça faz pelo viés da multiplicidade de ritmos. Pernambuco, por si só, é um celeiro musical que explora os vários ritmos. Seja com nosso ícone, Luiz Gonzaga, seja pela cultura pop que tomou conta do Recife na década de 90, manguebeat. Fazer música aqui é sinônimo de miscigenação cultural. Atroça alinha-se ao cordão da música pop regionalística pernambucana, e explica sua sonoridade através da expressão, frevo de repente rock. Uma brincadeira com as experimentações musicais que norteiam seu estilo.
Com alguns anos de estrada e três EP´s lançados: "na quarta-feira" de 2010, "Megafone Frevo" de 2013, e "Vir qui baccilum perdidi" de 2019 . A Troça sintetiza seu projeto sonoro com apoio dos nossos folguedos populares e poesia. As canções permeiam do universo nordestino dos cantadores, cordelistas e poetas populares em geral, aliada a um olhar urbano que busca transcrever as muitas faces da nossa cultura.
Seu repertório busca direcionar os olhares para um trabalho sólido e autoral, com aproximadamente 1h de duração. Alicerçadas nas batidas do frevo e nas guitarras de rock, suas composições reproduzem de forma poética o universo cultural que nos cerca. Nessa junção de urbano e rural, transcendem a música regionalista trazendo reflexões sobre vários temas. São inevitáveis encontros e rupturas, releituras e experimentações sobre o regionalismo pernambucano.

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